
Na tarde do segundo dia, destaque para o painel, “Conteúdo nacional no centro das estratégias” analisou o Brasil como um exemplo global de um mercado em que o conteúdo brasileiro se tornou imprescindível para canais, serviços de VoD e plataformas de streaming.
O painel foi moderado por Thais Colli, sócia do escritório CQS/FV Advogados, e participaram: Monica Pimentel, VP de conteúdos da Warner Bros. Discovery; Rosangela Lara, Diretora do Canal BandNews; Vanessa A. Souza, coordenadora de FSA canal Curta!; Fernando Magalhães, diretor de programação e conteúdo da Claro; e Patrícia Koslinski, head de conteúdos de variedade da Globo.
Rosangela Lara da BandNews disse que a audiência em um canal linear é fazer que o usuário se interesse pelo mesmo conteúdo de diferentes formas, o seja, quando “saímos do linear e vai para o streaming, ele possa ter mais tempo para trabalhar o conteúdo, em conteúdo jornalismo nos diferenciamos pelo conteúdo, com mais de 30 praças que tornam a audiência mais regional”.
Falando pela Warner, “o entendimento é que o consumo nacional e local é de suma importância para os canais lineares como para as plataformas de streaming que sempre estão entre as mais vistas porque as pessoas querem se ver, querem se ver representadas. Por exemplo, com o Oscar tivemos um aumento da audiência em 500% pela presença de “Ainda estou aqui” na ceremonia».
Fernando Magalhães disse que é o único que não produz porque “a lei do SeAC nós proíbe, nós exibimos todas os conteúdos na nossa plataforma, além de carregar 16 canais , e nos últimos anos co-produzindo filmes com uma linha de conceito que se baseia no conceito de “Identidade Brasil”, e com uma interface específica para assim destacar os conteúdos locais”.

