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Claro TV Brasil: ‘De distribuidor a agregador’

Na primeira mesa do Streaming Brasil 2026, realizada em São Paulo, Ricardo Falcão, diretor da Claro TV Brasil, descreveu a mudança estrutural da companhia: passar de um modelo tradicional de distribuição para um de agregação de conteúdos.

‘Deixamos de ser apenas uma empresa de distribuição para nos tornarmos um agregador de conteúdos’, afirmou, ao explicar a integração de múltiplas plataformas de streaming em uma única proposta. Segundo o executivo, esse processo começou durante a pandemia e se consolidou a partir de 2022 com acordos com programadoras como Globo e Netflix, dando origem a uma plataforma independente da TV por assinatura.

Em termos de resultados, Falcão destacou que, em 2025, o modelo de empacotamento impulsionou o crescimento da base de assinantes, com mais vendas do que desconexões, redução do churn e uma base considerada mais saudável. O executivo atribuiu esse desempenho a uma combinação de fatores, incluindo o impacto de eventos esportivos como a Copa do Mundo e o combate à pirataria em mercados como a Argentina. Nesse contexto, ressaltou que o valor do bundle se apoia em dois pilares: a centralização dos serviços em um único ambiente e uma proposta de preço mais competitiva em relação à contratação individual, além de melhorias na experiência do usuário, desde o onboarding até a navegação dentro da plataforma.

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