Alexandre Zarich de Futura Produções: As plataformas OTT em nuvem poupam recursos

Em uma indústria em transformação são muitas as perguntas que os produtores de conteúdos se fazem na hora de escolher com desenvolver uma plataforma over-the-top (OTT) para distribuir os seus conteúdos, explicou a reportagem da Prensario, Alexandre Zarich, CTO da Futura Produções.

Segundo o executivo a pergunta mais ouvida na desenvolvedora é: “Que tipo de desenvolvimento de OTT é melhor, Opex ou Capex?”. Ele disse na indústria há dois caminhos, e que estes dependem do volume do negócio e o tamanho da empresa. Uma operação On Premisses ou na Cloud. A primeira adianta investimento (infraestrutura, hardwares, softwares), passivos (pessoas) e custo de aquisição; a segunda, a que Zarich considera mais assertiva “a In Cloud, plataforma na nuvem que consegue melhor escalabilidade que as anteriores, já que todo o investimento é incorporado pela empresa que vende a plataforma, até a operação”.

Claro que para Zarich a equação não é tão simples, porque neste caso é preciso avaliar e precificar provedores, armazenagem (storage), processamento (transcoding) e distribuição (CDN – Central Distribution Network), mas “a solução na nuvem poupa recursos e investimentos, e é indicada para empresas que não possuem expertise em vídeo e não tem uma equipe forte de TI”.

Sendo assim, comentou Zarich, a hora de definir o investimento também é preciso ter claro o modelo de negócio. “O lançamento pode ser dimensionado em fases, ser escalado em etapas e tamanhos, e neste caso, os serviços em cloud aparecem como a melhor opção para às empresas que pretendem acomodar custos de produção e distribuição de conteúdo”.

O executivo disse que esta deve ter sido a equação que o Grupo Globo fez na hora de associar-se ao Google Cloud, porque com “o processamento do conteúdo na nuvem o conglomerado gerou maior fluidez e agilidade na entrega, e com isso, economia de ativos. De todas as formas, antes de avançar devem avaliar-se opções, realizar-se orçamentos e determinar-se viabilidades. Definido tudo isso, tome decisões que possam ser escaláveis e ágeis”.

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