Ricardo Falcão de Claro Brasil: Trabalhamos em um App que melhore a experiência

Para o diretor de Operações de Redes – NOC na Claro Brasil, Ricardo Falcão, a TV por assinatura e os serviços OTT (Over-the-Top) são complementares, “o diferencial será a capacidade de agregação que leve a melhor experiência aos nossos clientes. Para isso estamos trabalhando e integrando os diferentes aplicativos e plataformas, mas o TV tradicional continua sendo relevante”.

No PayTV Fórum 2021, o executivo afirmou ainda que um dos maiores desafios do momento é gerar essa integração do mundo linear e o não-linear, e ela passa pelo que define como a “orquestração da experiência”, ou seja, ter um backend integrador com uma inovação que possa valer para a plataforma legada e as novas que “nos possibilite a interação com o cliente, com recomendação de forma assertiva, garantindo uma busca integrada com um aplicação transparente. O conteúdo é o foco”.

Tudo, porque segundo ele, a dificuldade passa por fazer que os clientes saibam e encontrem os conteúdos que dispõem. “O que eles têm é maravilhoso, mas muitos nem sabem o que tem lá dentro. Nossa obrigação e fazer que o cliente acesse ao conteúdo com uma busca integrada, com gerenciamento e recomendação de forma assertiva”.  

Pensando no cliente, o executivo disse que a Claro Brasil tem três tipos de perfis. O primeiro é o tradicional que além da TV paga tem algum serviço de OTT. “Nesses trabalhamos para que melhore a sua experiência tendo tudo dentro da caixa e não nas aplicações”. O segundo é aquele cliente que “quer streaming, não está preso à grade e horário fixo, mas entende que a experiência da caixa ainda é positiva. O Claro Box atende a quem tem um acesso à rede com maior capilaridade, com acesso aos aplicativos com mais autonomia”. E, finalmente, aquele que não precisa de uma caixa, “para ele estamos trabalhando no APP da Claro que poderá funcionar sem a caixa, ou seja, sem ter que estar ligado a nenhum dispositivo, mas que funcione em todos”.

O App, disse Falcão, é uma realidade que vai chegar a todas as plataformas (TV conectadas, caixas conectadas etc.,) “é nosso projeto. Já vendemos os canais lineares ao vivo diretamente no App e lá as intenções de compra formam muito surpreendentes. O App será Claro, com um rebranding. Hoje o cliente Claro de um pacote top, que tem o Now disponível, tem tudo lá. Nas Olímpiadas vimos isso com a disponibilidade no on-line com uma visualização fantástica e um crescimento recorde”.

De todas as formas, disse, “temos um desafio que é o legado que tem a ver com sistemas e de infraestrutura. A área de TI e da engenharia estão super-desafiadas porque o consumo subiu muito rápido. Estamos trabalhando para garantir a usabilidade, que os produtos tenham o desempenho esperado”. A empresa, explicou o executivo, já está migrando o middleware nas caixas. “Fizemos a migração da Netflix nas caixas dos clientes. Entendemos que todos os aplicativos que estão no roadmap do Claro Box que devem estar nas caixas legadas. Vamos evoluir neste sempre, com integração de aplicativos, com as caixas 4K, replayTV, e VOD. Todas essas inovações vamos ter para toda a base legada, com integração do Box Assistente. Isto vale também no DTH, mas com menos caixas, por elas são bastante antigas”.

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