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Era Q da LiveU: quatro mudanças que já estão redefinindo a produção ao vivo

A produção ao vivo entra em uma nova etapa, marcada pela integração entre conectividade inteligente, automação, produção remota e distribuição multiplataforma. A LiveU define esse novo momento como Era Q, uma evolução voltada a operações mais ágeis, resilientes e preparadas para alcançar novas audiências.

Ao longo de 2026, a empresa apresentará essas capacidades em eventos como SET, IBC e CAPER Show, além de demonstrações e apresentações realizadas em conjunto com parceiros regionais.

LiveU IQ: conectividade mais inteligente

Em uma transmissão ao vivo, as redes disponíveis não apresentam o mesmo desempenho durante toda a operação. Uma conexão celular pode sofrer congestionamento, uma operadora pode perder capacidade ou as condições podem mudar enquanto a equipe está em movimento.

Nesse cenário, o LiveU IQ analisa continuamente as conexões disponíveis e utiliza inteligência artificial para ajudar a selecionar e combinar as melhores rotas de transmissão em cada momento.

Na prática, a tecnologia busca identificar o caminho mais adequado para manter o vídeo estável até o destino, reduzindo a dependência de uma única rede e permitindo que as equipes se concentrem na cobertura.

A capacidade ganha relevância especialmente em estádios, shows, breaking news e grandes eventos, nos quais milhares de pessoas podem utilizar simultaneamente as mesmas redes móveis. Situações desse tipo, observadas recentemente durante a Copa do Mundo, evidenciam a importância de contar com uma infraestrutura de conectividade capaz de se adaptar às condições do ambiente.

Digital First: conteúdo pensado para novas audiências

A estratégia Digital First representa uma mudança na forma de encarar as plataformas digitais. Em vez de tratá-las como um destino secundário para conteúdos originalmente produzidos para a televisão, a proposta é desenvolver formatos especificamente voltados a streaming, OTT e redes sociais.

Essa abordagem também abre espaço para novos inventários comerciais e oportunidades de monetização, ao mesmo tempo em que permite ampliar a quantidade de conteúdos distribuídos, as plataformas atendidas e o alcance das audiências.

Para isso, uma infraestrutura de produção IP flexível passa a ser um componente estratégico, permitindo adaptar os fluxos de trabalho às diferentes necessidades de distribuição.

REMI: produção a partir de qualquer lugar

A produção remota continua avançando e modificando a estrutura dos workflows ao vivo. Um exemplo recente ocorreu em Miami, com La Casa del Kun, produzida pela Intavision Media, que utilizou um fluxo REMI com múltiplos sinais ISO HD enviados do local da produção para uma equipe responsável pelo switching de forma totalmente remota.

O modelo reduz a necessidade de infraestrutura no local, aumenta a flexibilidade operacional e permite que diferentes etapas da produção sejam realizadas a partir de outras localidades.

A combinação entre conectividade, transporte de sinais e produção remota amplia, assim, as possibilidades para equipes que precisam produzir conteúdos ao vivo sem a necessidade de deslocar toda a estrutura técnica para o local do evento.

Vídeo vertical ao vivo chega ao nível broadcast

O formato vertical 9:16 deixou de ser exclusivo dos smartphones e passou a integrar workflows profissionais de produção ao vivo. O crescimento de plataformas como TikTok e outras redes sociais amplia a demanda por conteúdos concebidos desde o início para esse formato.

Um exemplo citado pela LiveU foi o Amazon Prime’s Obsessed Fest, no qual a Broadcast Management Group realizou oito horas de streaming vertical exclusivo para o TikTok utilizando o LiveU EcoSystem.

A transformação dos workflows de produção já está em andamento. A questão passa a ser não apenas como transmitir ao vivo, mas como produzir mais conteúdo, para mais plataformas e audiências, utilizando estruturas mais flexíveis e eficientes.

É nesse contexto que a LiveU posiciona a Era Q, combinando conectividade inteligente, produção remota, estratégias Digital First e novos formatos de distribuição para acompanhar a evolução do mercado de vídeo ao vivo.

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